Já parou na frente do espelho, puxou levemente a pele das têmporas para trás e pensou: “É assim que eu me sinto, mas não é assim que eu me vejo”? Essa desconexão entre o nosso estado de espírito e a imagem que o rosto projeta é o que eu chamo de um “erro de tradução” da nossa própria geometria. Às vezes, você está radiante, descansada e pronta para o dia, mas as sombras abaixo dos olhos ou o leve caimento dos cantos da boca insistem em dizer ao mundo que você está exausta ou, pior, brava. O preenchimento facial, quando feito com um olhar artístico e técnico, não serve para “inflar” o rosto. Esqueça essa ideia de rostos esticados e sem expressão. O papel real do ácido hialurônico é restaurar os pontos de luz e sombra que o tempo, a gravidade e a reabsorção óssea acabam bagunçando. A arquitetura do cansaço (e como revertê-la) Imagine que o seu rosto é uma casa. Com o passar dos anos, as fundações (nossos ossos da face) perdem um pouco de volume e as vigas de sustentação (os coxins de gordura) começam a ceder. O resultado? A pele, que é o revestimento, sobra. É aí que surgem as olheiras profundas, o famoso “bigode chinês” e a perda da linha da mandíbula. Quando usamos o preenchimento, estamos, na verdade, devolvendo o suporte.
Não é sobre preencher a ruga em si, mas sobre tratar a causa dela. Maçãs do rosto: Ao devolver volume ao malar, criamos um efeito de sustentação que levanta naturalmente a parte inferior do rosto. Olheiras: Retirar aquela sombra profunda devolve o brilho ao olhar, tirando o aspecto de “noite mal dormida”. Mandíbula e Queixo: Definir essas linhas ajuda a separar o rosto do pescoço, conferindo um perfil muito mais harmônico e jovial. Um caso real: O resgate da autoconfiança Recentemente, atendi uma paciente, a Silvia. Ela é uma mulher vibrante, na casa dos 50 anos, que trabalha com vendas. Ela me disse algo marcante: “Sinto que meus clientes acham que estou sempre preocupada, porque minha expressão parece pesada”. O problema da Silvia não era falta de cremes ou cuidados básicos. Era estrutural. Fizemos um planejamento focado em sustentação lateral e um leve refinamento do mento (queixo). Não usamos quantidades absurdas de produto.
O segredo foi a precisão. Quando ela se viu no espelho após o procedimento, a frase foi: “Eu voltei a parecer comigo mesma”. Essa é a mágica. A geometria das emoções foi recalibrada. O rosto dela parou de “mentir” sobre como ela se sentia por dentro. O combo inteligente: Ultraformer e Preenchimento Muitas vezes, antes de pensarmos em preencher, precisamos preparar o terreno. Se a pele está muito flácida, colocar apenas preenchimento pode dar aquele aspecto pesado que ninguém quer. É aqui que entra o Ultraformer. Ele utiliza o ultrassom micro e macrofocado para criar pontos de coagulação nas camadas mais profundas, estimulando o colágeno e fazendo um “lifting” sem cortes. Quando combinamos a tecnologia do Ultraformer para firmar a pele com o preenchimento para repor volumes, o resultado é de uma naturalidade absurda. É como se déssemos um “reset” no relógio biológico. https://drummondermato.com/carcinoma-basocelular-sintomas-causas-tratamento-e-prevencao/